Como a conta é feita
Todo mês, o saldo rende a taxa informada e recebe o aporte. É a fórmula M = P × (1 + i)ⁿ para o valor inicial, somada ao efeito dos aportes mês a mês — os depósitos entram no fim de cada mês, a convenção mais comum em simuladores. Taxa anual é convertida para mensal por equivalência composta: (1 + taxa)^(1/12) − 1, e não pela divisão por 12, que infla o resultado.
O detalhe que surpreende: no longo prazo, os juros ultrapassam o que você depositou. A fita mostra os marcos anuais justamente pra você ver esse cruzamento acontecer.
Exemplos
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre juros simples e compostos?
Nos simples, o rendimento incide sempre sobre o valor inicial. Nos compostos, incide sobre o saldo acumulado — juros sobre juros. Em 24 meses a 1% a.m., R$ 1.000 viram R$ 1.240 nos simples e R$ 1.269,73 nos compostos; a distância cresce com o tempo.
Como converter taxa anual em mensal?
Pela equivalência composta: mensal = (1 + anual)^(1/12) − 1. Uma taxa de 12% ao ano equivale a 0,9489% ao mês — e não a 1%, como a divisão por 12 sugeriria.
O aporte entra no início ou no fim do mês?
No fim, a convenção mais comum. Na prática a diferença é de um mês de rendimento sobre cada aporte — pequena em períodos curtos, perceptível em décadas.
A calculadora desconta imposto de renda?
Não — juros compostos são matemática pura, e o imposto depende do produto (CDB, Tesouro, fundos têm regras diferentes). Para simular rendimento no CDI com IR regressivo, use a calculadora de CDI.